
Aqui, os conteúdos ganham forma e movimento. Notícias e artigos, atualizados semanalmente. Acompanham o que pulsa no Brasil quando o assunto é artesanato e a rede de pessoas que o sustenta. Você também encontra entrevistas com especialistas e reflexões compartilhadas nos Papos CRAB, onde o diálogo aprofunda saberes e amplia olhares.


No Alto Rio Negro, a AMARN (Associação das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro) reúne mulheres de diversas etnias fortalecendo sua organização. Com o artesanato, técnicas do fazer manual são aperfeiçoadas e trocas de saberes são promovidas, preservando a tradição e a conexão entre culturas indígenas. Cestos, cerâmica, colares, brincos, acessórios e peças decorativas são produzidos com grafismos e cores, materiais locais e tecnologias ancestrais. Esse movimento cria meios de sustento para dezenas de famílias e valoriza o artesanato indígena brasileiro.

Colares, pulseiras e brincos feitos por mãos indígenas revelam não só a beleza na simetria de cores e traços. Esses acessórios carregam saberes ancestrais, relações profundas com a natureza e símbolos de força e resistência. Mantém viva memórias e costumes, trazendo narrativas visuais que contribuem para a valorização do artesanato e da cultura popular brasileira.

Para qualquer empreendedor, seja ele um prestador de serviços, um comerciante ou um artesão, a gestão financeira é a espinha dorsal da operação. Apresentamos um guia prático para organizar suas finanças, trazendo ideias de métodos tradicionais até ferramentas digitais avançadas que facilitam o dia a dia da gestão. O objetivo é transformar a sua visão sobre o dinheiro, garantindo que cada investimento contribua para a saúde do negócio a longo prazo.

No Piauí, troncos de madeira se transformam em santos, anjos e figuras regionais nas mãos de mestres artesãos. Essa tradição, reconhecida em 2024 como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, revela nas esculturas a devoção popular e fortalece a identidade cultural, consolidando o estado como referência nacional na obra sacra.
O texto discute como artesãos e coletivos podem construir uma presença digital que respeite o tempo, as técnicas e a identidade do fazer artesanal. Argumenta que a internet é uma ferramenta estratégica para ampliar visibilidade, conectar novos públicos e fortalecer a renda, desde que o ambiente online seja ocupado com consciência, narrativas que valorizem processos e escolhas que respeitem o ritmo da produção manual. Apresenta exemplos de práticas bem-sucedidas (como Mestre Espedito Seleiro, Mulheres do Jequitinhonha e coletivos) e aponta caminhos práticos — escolher poucos canais, comunicar o processo, estabelecer um ritmo sustentável, tratar o digital como espaço de relação — além de indicar capacitações relevantes (Sebrae/Trilha do Artesão Empreendedor) e vantagens do e‑commerce e das redes sociais como vitrines narrativas.
O texto é um perfil reverente de Mestre Maureliano Ribeiro (1965–2025), artesão e construtor de tambores pernambucano reconhecido pela produção artesanal de instrumentos de maracatu e pela atuação na preservação das tradições afro-brasileiras. Narrando sua formação em Peixinhos, Olinda/Recife, a matéria destaca sua aprendizagem prática, a influência do ofício do pai, a atuação em projetos sociais como Daruê Malungo e a fundação de coletivos como Lamento Negro e Maracatu Nação Cabeça de Nego. O conteúdo descreve detalhadamente o processo de fabricação dos tambores (bojo, pele, aros, acabamento) e outros instrumentos (gonguê, caixa de corda, mineiro/ganzá), evidenciando técnicas, materiais (macaíba, jenipapo, couro de bode) e inovações do mestre.
O artigo apresenta um roteiro completo das principais feiras e eventos de artesanato no Brasil para o ano de 2026. Ele destaca a crescente importância do artesanato como plataforma cultural e econômica, capaz de gerar renda, fortalecer redes criativas e dialogar com áreas como design, moda, arquitetura e turismo cultural. O texto enfatiza como essas feiras conectam artesãos a diversos públicos, revelam tendências e promovem intercâmbios de saberes, sendo fundamentais para o setor. Em seguida, o conteúdo detalha diversas feiras já confirmadas para 2026, como FIART (Natal), Salão do Artesanato Paraibano (João Pessoa), Artesanal Sul (Porto Alegre), Feiarte (Curitiba), Fenearte (Olinda), Mega Artesanal (São Paulo), Fenacce (Fortaleza) e Feira Nacional de Artesanato (Belo Horizonte). Para cada evento, são fornecidas datas, locais, um breve descritivo e os motivos pelos quais são imperdíveis, ressaltando suas particularidades e contribuições para o cenário artesanal brasileiro. Por fim, o artigo lista feiras tradicionais que, embora ainda sem datas confirmadas para 2026, são eventos anuais importantes para o setor, como Fenahall (Olinda), Semana Criativa de Tiradentes (MG), Artesanto (Vitória) e FENABA (Salvador). O objetivo é ajudar artesãos, compradores e interessados a se programarem e acompanharem os principais acontecimentos do artesanato nacional, consolidando-o como um campo vivo, dinâmico e economicamente relevante.

O artigo explora a rica tradição da Folia de Reis no Rio de Janeiro, destacando sua origem ibérica e a adaptação cultural brasileira, que incorpora influências europeias, africanas e indígenas. A manifestação, celebrada entre dezembro e janeiro (estendendo-se até 20 de janeiro no RJ), é apresentada como um universo artesanal, onde máscaras, estandartes, indumentárias e instrumentos são criados manualmente, preservando a memória e a identidade das comunidades. São detalhados os personagens centrais da Folia, como o Mestre, Alferes, Bastião (palhaço), Reis Magos, coro e instrumentistas, e a importância dos elementos visuais e sonoros para o ritual. O texto também mapeia a presença da Folia de Reis em diversas regiões do estado do Rio de Janeiro, incluindo a Baixada Fluminense (com o maior número de grupos ativos), a Região Serrana (com influências estéticas germânicas e italianas), a Região dos Lagos e Costa Verde (interagindo com tradições caiçaras), o Vale do Café e o Norte e Noroeste Fluminense. São citados grupos específicos e suas particularidades, reforçando a diversidade e a vitalidade da Folia em cada localidade. A conclusão enfatiza que, apesar de por vezes esquecida, a Folia de Reis é uma tradição vibrante que resiste ao tempo e se reinventa, fortalecendo economias locais e inspirando novas gerações através do trabalho coletivo e da fé materializada na arte. Em suma, o artigo oferece uma visão abrangente da Folia de Reis no Rio de Janeiro, abordando sua dimensão histórica, cultural, religiosa e artesanal, além de apresentar um panorama geográfico dos grupos e suas características regionais, ressaltando a relevância dessa manifestação para a identidade cultural fluminense.

A força do artesanato que brota do aguapé No norte do Pantanal sul mato grossense, mulheres de fibra trabalham para que sua permanência no território seja garantida enquanto preservam o Pantanal. Apresentamos o grupo de mulheres que reconstruiu saberes ancestrais com o uso da fibra do aguapé para produção e disseminação do artesanato. A Associação das Mulheres Artesãs da Barra do São […]
O projeto Conversa Fiada, uma série de entrevistas com pessoas que trazem pontos de vistas inventivos sobre a relação com o fazer artesanal e sua rede. São artesãos inovadores, artistas visuais, designers, pesquisadores, criativos, professores e muitas outras pessoas que estão pensando sobre e fazendo artesanato, trazendo desafios, soluções e inovações para o setor.
Uma entrevista inspiradora com Pedro Luis, artista visual carioca que transforma bordados em murais e poesia visual. Nesta conversa conduzida por Laura Landau, Pedro compartilha sua trajetória, influências e o processo criativo que une memória, afeto e fios. Conheça como ele reinventou o fazer têxtil, levando o ponto cruz das linhas ao concreto urbano. Uma leitura rica sobre expressão, arte e identidade.
### Resumo Conheça como a bioeconomia e práticas de comércio justo estão transformando o mercado do artesanato no Tocantins Bioeconomia que nasce da terra e ganha o mundo!🌱🧺 No Tocantins, o artesanato vai além da beleza. Ele carrega saberes ancestrais, respeito ao tempo da natureza e práticas de comércio justo que fortalecem comunidades e preservam territórios. Cada fibra trançada conta uma história de cuidado, sustentabilidade e futuro possível. https://www.instagram.com/reel/DVJrW6QgcYi/
### Resumo Venha conferir as cinco dicas para vender e se conectar sem sair da sua rotina! Presença digital do seu jeito! 🤳 Sabia que nem tudo precisa ser imediato? No artesanato, cada etapa tem seu tempo e no digital pode ser assim também. Quando a presença respeita a rotina, o cuidado e as pessoas, ela se torna um apoio real para as vendas e para a relação com o cliente. 👉Quer seguir aprendendo sobre vendas, presença digital e empreendedorismo criativo? https://www.instagram.com/reel/DU_Qr3MknSM/
### Resumo Explore práticas de bioeconomia e trocas justas que fortalecem o artesanato paraense e promovem um mercado mais sustentável Bioeconomia que fortalece o fazer artesanal!🌿👐 Quando tradição, natureza e inovação caminham juntas, o artesanato ganha novos sentidos. Hoje, você vai descobrir como práticas de bioeconomia e trocas justas ajudam a fortalecer o artesanato paraense, valorizando saberes locais e promovendo um mercado mais consciente e sustentável. https://www.instagram.com/reel/DU5bqbFiH3g/
### Resumo Conheça a tradição que atravessa gerações no Carnaval de Pernambuco Caboclo de Lança: Uma história que segue viva! ✨🎭 Presente no carnaval de Pernambuco, o Caboclo de Lança carrega memória, tradição e pertencimento. Cada detalhe da vestimenta, cada gesto e cada ritual contam a história de quem mantém essa cultura viva geração após geração. No CRAB, essa presença nos lembra que o carnaval também é cuidado, preparo e herança compartilhada. Quer conhecer mais sobre o Caboclo de Lança e outros personagens da cultura brasileira? Acesse o Portal do CRAB e descubra histórias que seguem pulsando até hoje! https://www.instagram.com/reel/DUs1YuzgcU_/
### Resumo Acompanhe a nova geração de artesãos do Acre que renovam tradições enquanto enfrentam a crise climática e lutam pela proteção de seus territórios Juventude guardiã dos territórios!🌱 Quando a tradição e o futuro caminham juntos, o cuidado com a terra ganha ainda mais força! Neste episódio, acompanhamos jovens artesãos do Acre que mantêm saberes ancestrais vivos enquanto enfrentam os desafios da crise climática e atuam na proteção de seus territórios. Uma nova geração que cria, resiste e transforma com consciência, identidade e respeito à natureza! 👉 Assista ao segundo episódio completo do Mosaico Acre https://www.instagram.com/reel/DUn6JU_kvUt/
### Resumo Do vestir das mulheres negras à avenida com a União de Maricá Balangandãs também desfilam no Carnaval! ✨🎭 O que por muito tempo esteve no corpo e no cotidiano de mulheres negras, agora ganha a avenida. Neste ano, a @uniaodemaricaoficial leva os balangandãs para o centro do Carnaval, transformando esse objeto em enredo, samba e narrativa visual. Aqui no CRAB, o balangandã é apresentado como objeto artesanal e cultural, com histórias, significados e usos que atravessam gerações e seguem vivos até hoje. Ficou curioso para saber mais sobre os balangandãs e tudo o que eles representam? Acesse o nosso portal. https://www.instagram.com/reel/DUbNpQlCNTn/
### Resumo Bioeconomia e mercado justo no artesanato maranhense Bioeconomia que fortalece o artesanato 🌿 O segundo episódio do Mosaico Maranhão destaca como a bioeconomia e as trocas justas impulsionam um mercado artesanal mais sustentável e conectado aos territórios. A partir de saberes tradicionais e do uso responsável dos recursos naturais, o artesanato maranhense gera renda, valoriza culturas locais e constrói caminhos mais conscientes para o futuro. Uma iniciativa que reforça a importância de práticas sustentáveis, do respeito às comunidades e do fortalecimento da economia criativa brasileira. https://www.instagram.com/reel/DUWGRmHDXn7/
### Resumo A xilogravura que carrega a força do traço manual e a poesia das histórias populares enha conhecer diferentes formas de artesanato com o CRAB! 🪵🖤 Conheça o artista Ciro Fernandes, que compartilha seu olhar sobre a xilogravura, o cordel e a força do traço para contar histórias da cultura brasileira. https://www.instagram.com/reel/DT3KAZgCXnw/
### Resumo Venha conhecer a história por trás de uma peça da exposição Mata Viva Vamos conhecer um pouco da história da peça Trem da Infância? 🧒🚂 No CRAB, cada peça carrega mais que técnica, carrega histórias. Hoje celebramos o reencontro de Nena de Capela com sua criação, mostrando como o artesanato conecta memória, emoção e criatividade! Cada detalhe da peça revela tempo, paciência e sentimento, provando que o cotidiano pode se transformar em algo único. 👉 Venha conhecer essas histórias de perto aqui no CRAB! 📍 CRAB – Praça Tiradentes, 69 – Centro, Rio de Janeiro 🗓️ Terça a sábado, das 10h às 17h | Entrada gratuita https://www.instagram.com/reel/DQWy8OkDQoM/

Uma seção inteira tecida para a rede do artesanato brasileiro. Aqui, você percorre o mapa para encontrar artesãos e artesãs, mestres, grupos, lojistas, centros culturais e feiras, ampliando conexões e fortalecendo vínculos. Também pode navegar pelas páginas dos estados e conhecer as principais características produtivas de cada território.

Em Dados do Setor, disponibilizamos painéis com informações sobre o artesanato no Brasil, como número de artesãos e artesãs, empreendimentos, gênero, faixa etária, entre outros indicadores que ajudam a entender o cenário atual e apoiar decisões para o fortalecimento do setor.