O acervo como convite A mostra Acervo de Portas Abertas apresentou ao público um recorte sensível do acervo do CRAB, reunindo obras de diferentes territórios, técnicas e trajetórias do artesanato brasileiro. A exposição partiu do gesto de abrir, compartilhar e tornar acessível um patrimônio construído ao longo do tempo, reafirmando o artesanato como linguagem viva, diversa e em permanente diálogo com o presente. Percurso entre obras e territórios O percurso expositivo ocupou o térreo do CRAB e organizou as peças de forma a evidenciar a pluralidade de materiais, formas e narrativas. Cerâmicas, esculturas em madeira, objetos do imaginário popular e criações indígenas dialogaram entre si, criando um caminho fluido que valorizou autoria, território e processo. A disposição convidou o visitante a circular sem hierarquias rígidas, permitindo encontros inesperados entre obras e histórias. Experiência de encontro e permanência A experiência da mostra foi marcada pela proximidade. O público foi convidado a desacelerar, observar detalhes e reconhecer o valor simbólico e cultural do fazer artesanal. Acervo de Portas Abertas reforçou o compromisso do CRAB com a preservação, a difusão e a ativação de seu acervo, mantendo viva a memória do artesanato brasileiro e ampliando o acesso a esse patrimônio coletivo.
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O sul que brota da mata Sinta o Sul apresentou ao público um recorte sensível da produção artesanal do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, revelando a força criativa que nasce do Bioma Mata Atlântica. A exposição reuniu obras que traduziram paisagens, modos de vida e saberes herdados de diferentes formações étnicas, conectando natureza, cultura e identidade. Cerâmica, madeira, fibras naturais e materiais reaproveitados ganharam forma como expressões de um território onde tradição e sustentabilidade caminharam juntas. Quatro salas, muitos territórios O percurso expositivo ocupou as três salas e o foyer do térreo do CRAB, organizando as obras de forma a criar diálogos entre técnicas, matérias primas e contextos regionais. A disposição das peças valorizou tanto o processo artesanal quanto a relação profunda entre criação e ambiente natural. Ao percorrer as salas, o visitante foi conduzido por narrativas que atravessaram o litoral, a serra e o interior da região Sul, evidenciando a diversidade cultural e produtiva que caracteriza esse território. Sentir o Sul com todos os sentidos A experiência proposta por Sinta o Sul foi de imersão e reconhecimento. Mais do que observar objetos, o público foi convidado a refletir sobre sustentabilidade, educação, turismo e inclusão socioprodutiva a partir do artesanato. A exposição reforçou o papel do CRAB como espaço de conexão entre cultura e economia criativa, deixando como legado a valorização dos saberes artesanais do Sul do Brasil e sua potência como caminho de futuro.
2 minutos de leituraUm mergulho no universo simbólico de Alagoas A exposição Das Lagoas ao Imaginário Popular convidou o público a um mergulho no artesanato alagoano por meio de narrativas afetivas, memórias coletivas e expressões do imaginário popular. As obras apresentaram o artesanato como criação cultural enraizada no território, revelando formas, cores e símbolos que atravessam gerações e constroem identidades. Entre arte, coleção e território O percurso expositivo foi organizado em quatro espaços que conduziram o visitante pela cultura de Alagoas. Obras de artesãos da Ilha do Ferro, Lagoa da Canoa e Capela revelaram técnicas como entalhe em madeira, cerâmica, bordado filé e pintura. Peças do acervo do CRAB dialogaram com a coleção apresentada, compondo uma narrativa que conectou arte, território e saber manual. Encantamento, memória e continuidade A experiência da mostra despertou encantamento e pertencimento, reforçando o reconhecimento do artesanato alagoano como expressão estética, histórica e identitária. Das Lagoas ao Imaginário Popular reafirmou o compromisso do CRAB com a preservação, a difusão e a valorização dos saberes artesanais brasileiros, mantendo viva a memória e projetando seus sentidos para o futuro.
1 minuto de leituraVenha celebrar o Dia do Artesão conosco nos dias 24 e 25 de março! Será uma oportunidade única para prestigiar a abertura institucional, assistir palestras inspiradoras e participar de painéis sobre temas importantes como economia circular e o estudo econômico "Artesanato no Brasil". O evento reunirá especialistas, homenagens e experiências enriquecedoras, tornando cada momento especial para quem valoriza o artesanato brasileiro. Não perca essa chance de se conectar com a comunidade artesanal e ampliar seus conhecimentos! Resumo da programação: Terça feira, 24 de março 9h30 | Abertura institucional 10h30 | Palestra com Lufe Gomes 14h | Palestra: Estudo econômico “Artesanato no Brasil” 15h15 | Painel: Do Festival ao Futuro Parintins Criativo: experiência de economia circular no artesanato 17h | Lançamento 6ª Edição Prêmio Sebrae TOP 100 de Artesanato 17h30 | Coquetel de confraternização Quarta feira, 25 de março 9h30 | Lançamento novo Portal do CRAB 10h15 | Palestra: Comportamento do Consumidor de artesanato no Brasil 11h30 | Palestra: Cartilha ABC do Artesanato Circular 14h | Painel Artesanato, Educação e Território em Diálogo 15h30 | Painel: Momento Artesão – inovação e tradição
1 minuto de leituraAs férias no CRAB – Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro serão ainda mais divertidas! Em janeiro, teremos a Oficina Tintintins de Bonecos Extraordinários, uma experiência lúdica e criativa desenvolvida pela artista Graziella Poffo, da empresa Amo.Tintintins. A oficina é gratuita, indicadas para crianças de 4 a 12 anos, e vão acontecer no dia 24 de janeiro, em turmas às 11h e 14h30. Os participantes receberão materiais especiais e orientação para dar vida a bonecos únicos, explorando a imaginação e o universo do faz de conta. Venha soltar a imaginação nas oficinas de Bonecos Extraordinários, criadas pela artista Graziella Poffo (Amo.Tintintins). Atividade gratuita para crianças de 4 a 12 anos, com materiais inclusos e muita criatividade! CRAB – Praça Tiradentes, Centro do Rio Dia 24 de janeiro Das 11h e 14h30 Inscrições gratuitas aqui pelo Sympla IMPORTANTE: Cada inscrição deverá conter os dados da criança e do responsável que irá acompanhar. Inscrições incompletas serão desconsideradas. Cada menor de idade deve estar acomapanhado de um responsável! Qualquer dúvida, nos mande uma mensagem pelo nosso instagram: instagram.com/crabsebrae
1 minuto de leituraO barro que guarda memórias A exposição Dona Izabel: 100 anos da Mestra do Vale do Jequitinhonha celebrou o centenário de uma das maiores referências da arte popular brasileira. Ao reunir cerca de 300 obras da mestra artesã mineira, o CRAB apresentou ao público um mergulho profundo em uma trajetória marcada pela invenção, pela autonomia criativa e pela transformação do cotidiano em arte. As famosas bonecas moringa, esculturas e utensílios revelaram um fazer artesanal que nasce da observação da vida, do território e da relação íntima com o barro, matéria prima abundante e simbólica do Vale do Jequitinhonha. A mostra destacou Dona Izabel como mulher, artista e mestra que moldou não apenas objetos, mas identidades e caminhos para gerações de artesãs. Um percurso entre território, técnica e invenção Distribuída em oito salas, a exposição construiu um percurso que apresentou a evolução da obra de Dona Izabel em diálogo com o território onde viveu e criou. As salas organizaram as peças de forma a evidenciar técnicas, formas, escalas e usos, permitindo compreender como utensílios domésticos se transformaram em esculturas de forte potência simbólica. O visitante percorreu ambientes que conectaram a infância da mestra, o aprendizado com a mãe paneleira, a consolidação de sua linguagem autoral e o reconhecimento nacional e internacional de sua obra. A disposição das peças valorizou o gesto manual, os pigmentos naturais, as ferramentas simples e o rigor técnico presentes em cada criação. Encontro com uma mestra e seu legado A experiência da mostra foi marcada pela aproximação sensível entre público e obra. Mais do que uma retrospectiva, a exposição promoveu um encontro com a memória viva do artesanato brasileiro, despertando reconhecimento, afeto e respeito pelos saberes tradicionais. Ao homenagear Dona Izabel, o CRAB reafirmou o papel das mestras artesãs na preservação cultural, na geração de renda e na construção de futuros possíveis para o fazer artesanal. A mostra permaneceu como um registro histórico e afetivo, fortalecendo o artesanato como patrimônio cultural e expressão viva da identidade brasileira.
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Um mergulho no universo simbólico de Alagoas A mostra Das Lagoas ao Imaginário Popular convidou o público a um mergulho no artesanato alagoano por meio de narrativas afetivas, memórias coletivas e expressões do imaginário popular. As obras apresentaram o artesanato como criação cultural enraizada no território, revelando formas, cores e símbolos que atravessam gerações e constroem identidades. Entre arte, coleção e território O percurso expositivo foi organizado em quatro espaços que conduziram o visitante pela cultura de Alagoas. Obras de artesãos da Ilha do Ferro, Lagoa da Canoa e Capela revelaram técnicas como entalhe em madeira, cerâmica, bordado filé e pintura. Peças do acervo do CRAB dialogaram com a coleção apresentada, compondo uma narrativa que conectou arte, território e saber manual. Encantamento, memória e continuidade A experiência da mostra despertou encantamento e pertencimento, reforçando o reconhecimento do artesanato alagoano como expressão estética, histórica e identitária. Das Lagoas ao Imaginário Popular reafirmou o compromisso do CRAB com a preservação, a difusão e a valorização dos saberes artesanais brasileiros, mantendo viva a memória e projetando seus sentidos para o futuro.
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Fios, caminhos e encontros A mostra Travessias Artesanais apresentou a riqueza dos saberes tradicionais do Ceará por meio das técnicas do tecer e do trançar. O artesanato foi apresentado como linguagem em movimento, capaz de conectar tradição e contemporaneidade, território e criação. As obras revelaram gestos, histórias e modos de viver, evidenciando a força coletiva das artesãs envolvidas e a vitalidade do fazer manual cearense. Mapear o fazer, revelar processos O percurso expositivo reuniu produções de artesãs de seis cidades do Ceará, destacando técnicas como renda, crochê, filé, labirinto e trançados em fibras naturais. As salas apresentaram não apenas as peças finalizadas, mas também processos, ferramentas, registros audiovisuais e instrumentos de trabalho. A disposição dos núcleos permitiu compreender o caminho da criação e o diálogo estabelecido entre artesãs e designers colaboradores. Aproximação e reconhecimento A experiência proposta por Travessias Artesanais promoveu a aproximação entre públicos e territórios, ampliando o reconhecimento dos saberes artesanais cearenses. A exposição reafirmou o papel do CRAB como espaço de valorização, difusão e fortalecimento do artesanato brasileiro, conectando tradição, inovação e visibilidade para quem faz à mão.
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A criação nasce do cotidiano A exposição Solo Criativo apresentou um recorte sensível do artesanato brasileiro a partir das histórias de vida, dos gestos e dos universos criativos de artesãos e artesãs de diferentes regiões do país. Mais do que destacar obras, a mostra aproximou o público das pessoas por trás do fazer, revelando rotinas, afetos, rituais e escolhas que transformam matéria em expressão cultural. O artesanato apareceu como linguagem viva, construída no encontro entre técnica, território e experiência pessoal. Um percurso entre técnica e intimidade O percurso expositivo ocupou três salas do CRAB, organizadas de forma narrativa. Na primeira, o visitante teve contato com a diversidade da produção artesanal brasileira, reconhecendo técnicas, matérias primas e territórios. A segunda sala aprofundou os processos de criação, com destaque para entalhe em madeira, cerâmica e trançados em fibras vegetais. Já a terceira sala criou um espaço de aproximação íntima, conectando o público às histórias pessoais, aos ambientes de trabalho e aos objetos afetivos dos artesãos homenageados. Encontro, escuta e permanência A experiência em Solo Criativo convidou à escuta atenta e à contemplação. Ao revelar o artesanato como conhecimento, memória e identidade, a exposição reforçou o compromisso do CRAB com a valorização do fazer artesanal como patrimônio cultural, fonte de renda e potência criativa. A mostra permaneceu como registro afetivo e reconhecimento da diversidade que sustenta o artesanato brasileiro no presente e no futuro.
2 minutos de leituraQuando o samba encontra as mãos A exposição Artesania Ancestral nos 95 anos de Mangueira celebrou a história da escola de samba a partir do olhar de quem constrói, costura, entalha e dá forma ao espetáculo. A mostra destacou o trabalho artesanal da comunidade mangueirense, revelando os saberes, as técnicas e os gestos que sustentam a criação dos desfiles e fazem do carnaval uma das maiores expressões culturais do país. O fazer por trás da festa Distribuída em oito ambientes, a exposição apresentou um percurso que conectou memória, território e criação. O visitante conheceu oficinas, objetos, adereços, esculturas, elementos da arte plumária e referências afro brasileiras que compõem o universo simbólico da Mangueira. A organização espacial permitiu compreender o carnaval como resultado de um trabalho coletivo, contínuo e profundamente artesanal. Experiência de reconhecimento coletivo Mais do que uma celebração comemorativa, a mostra proporcionou uma experiência de reconhecimento. O público foi convidado a enxergar o carnaval para além do desfile, valorizando os artesãos e artesãs como protagonistas desse processo criativo. Artesania Ancestral reafirmou o artesanato como fundamento da cultura popular brasileira e como força que atravessa gerações, territórios e identidades.
1 minuto de leituraQuando o mangue vira criação A mostra Mangue e Beats levou ao CRAB um mergulho na força criativa de Pernambuco, inspirada no movimento manguebeat e em sua capacidade de unir tradição, arte e inovação. A exposição apresentou o artesanato como linguagem contemporânea, conectada à música, à moda, às artes visuais e ao território recifense. As obras revelaram como o mangue, enquanto solo simbólico e cultural, nutre criações que misturam ancestralidade, identidade urbana e expressão autoral. Espaços de diálogo entre tradição e inovação O percurso expositivo foi distribuído em ambientes que articularam fotografia, painéis, vídeos, moda autoral e objetos artesanais. As salas criaram diálogos entre técnicas tradicionais e linguagens contemporâneas, destacando processos criativos e a diversidade de materiais e formas. A disposição das obras favoreceu conexões entre passado e presente, mostrando como o artesanato pernambucano se reinventa sem perder suas raízes. Uma vivência pulsante e contemporânea A experiência de Mangue e Beats foi marcada pela energia, pela sonoridade e pela potência criativa do território. O público viveu uma imersão que revelou o artesanato como ferramenta de expressão cultural, inclusão produtiva e desenvolvimento econômico. A mostra reforçou o compromisso do CRAB em valorizar o artesanato brasileiro em suas múltiplas linguagens, reconhecendo o como patrimônio vivo, contemporâneo e em constante transformação.
1 minuto de leituraSaberes que atravessam o tempo A exposição Bens Imateriais reuniu objetos, narrativas e práticas associadas a bens culturais reconhecidos como patrimônio do Brasil. A mostra destacou o artesanato como expressão viva de saberes coletivos, conectando modos de fazer, festas, rituais e territórios que carregam memória, identidade e continuidade cultural. Percurso entre objetos e histórias O percurso expositivo apresentou peças vinculadas a diferentes bens culturais registrados, como rendas, cerâmicas, cuias, tecidos e objetos rituais. A disposição valorizou o contexto de origem de cada criação, aproximando o visitante das comunidades e dos processos que sustentam esses saberes. Cada núcleo funcionou como um ponto de escuta, onde objeto e narrativa caminharam juntos. Experiência de pertencimento e legado A experiência da mostra convidou à reflexão sobre preservação, transmissão e valorização dos saberes tradicionais. Bens Imateriais reforçou o papel do artesanato na economia criativa e na manutenção das identidades culturais brasileiras, reafirmando o compromisso do CRAB com a difusão de um patrimônio que não se encerra no passado, mas segue em constante transformação.
1 minuto de leituraA fé que se sente com os cinco sentidos A mostra Pará Sentir Fé apresentou ao público a relação profunda entre espiritualidade, cotidiano e fazer artesanal no território paraense. A exposição reuniu obras que traduziram a fé como experiência sensorial e cultural, conectando crenças, celebrações e modos de viver por meio da cerâmica, das fibras vegetais, da madeira, da borracha e das sementes. O artesanato apareceu como linguagem viva, capaz de narrar histórias coletivas, expressar devoções e revelar a identidade de um povo que transforma fé em gesto, matéria e criação. Um percurso guiado pelos sentidos O percurso expositivo foi organizado como uma travessia sensorial. As salas convidaram o visitante a experimentar a fé paraense por meio do paladar, da audição, da visão, do olfato e do tato. Objetos artesanais dialogaram com sons, imagens, aromas e referências gastronômicas, criando um ambiente imersivo e envolvente. A disposição das obras valorizou contextos de uso, territórios e processos de criação, aproximando o público das comunidades artesãs e de seus saberes ancestrais. Experiência de pertencimento e devoção A experiência de Pará Sentir Fé despertou encantamento, reconhecimento e pertencimento. Ao caminhar pela exposição, o público percebeu o artesanato como expressão espiritual, cultural e econômica, profundamente ligada à vida cotidiana. A mostra reafirmou o papel do CRAB como espaço de escuta e valorização dos saberes tradicionais, mantendo viva a memória cultural e ampliando o entendimento sobre a potência do artesanato brasileiro.
2 minutos de leituraA canoa como símbolo e caminho A ocupação Trama Canoê teve como inspiração a canoa, símbolo central da cultura indígena e ribeirinha amazônica. A mostra apresentou objetos do cotidiano feitos com matérias primas da floresta, revelando a canoa como metáfora de deslocamento, conexão e criação coletiva. Entre rios, tramas e objetos O percurso reuniu cestos, remos, redes, cerâmicas e utensílios produzidos por comunidades amazônicas. As peças foram organizadas de modo a evidenciar técnicas, grafismos e processos de criação ligados ao cotidiano e à ancestralidade indígena. Imersão sensível na Amazônia A experiência proporcionou uma imersão na cultura material amazônica, aproximando o público das histórias, territórios e modos de viver da região. A ocupação reafirmou o compromisso do CRAB com a valorização dos saberes indígenas e ribeirinhos.
1 minuto de leituraDo sertão ao litoral A ocupação Paraíba, um estado de artesanato apresentou um panorama do artesanato paraibano, convidando o público a percorrer o estado do sertão ao litoral. A mostra destacou a diversidade de técnicas, materiais e expressões culturais que compõem o imaginário artesanal da Paraíba. Percurso de territórios e saberes O percurso organizou as peças de forma a criar conexões entre territórios, festas e modos de fazer. Cerâmicas, rendas, trançados e objetos utilitários dialogaram em uma narrativa que valorizou pessoas, histórias e identidades locais. Conexão e projeção A experiência reforçou o artesanato como elo entre cultura, turismo e economia criativa. A ocupação ampliou a visibilidade do artesanato paraibano e reafirmou o CRAB como plataforma de reconhecimento dos saberes artesanais brasileiros.
1 minuto de leituraO gesto de sentar como cultura A exposição Sente se, a coleção BEĨ em diálogo apresentou um conjunto expressivo de bancos indígenas, colocando em evidência esse artefato fundamental da cultura dos povos originários. A mostra propôs um diálogo entre obras de artistas indígenas e criações de designers, revelando conexões entre territórios, tempos e linguagens criativas. Diálogos entre forma, uso e território O percurso expositivo destacou a diversidade de formas, usos e significados dos bancos esculpidos em madeira. As peças foram organizadas para evidenciar a relação entre função, estética e identidade cultural, aproximando o visitante dos contextos rituais e cotidianos desses objetos. Escuta, respeito e reconhecimento A experiência convidou o público a perceber o artesanato indígena como expressão de conhecimento, pertencimento e continuidade cultural. A mostra reafirmou o papel do CRAB na valorização dos saberes originários e na ampliação de seu reconhecimento no Brasil.
1 minuto de leituraUma casa feita de territórios A ocupação Casa do Brasil Central – do Cerrado ao Pantanal apresentou um retrato do artesanato das regiões Centro Oeste, revelando a relação entre natureza, modos de vida e criação artesanal. A exposição convidou o público a percorrer uma casa simbólica construída a partir de objetos, saberes e territórios. Percurso pelos cômodos do bioma O percurso foi organizado em ambientes que evocaram espaços domésticos, como quartos e cozinhas. Tecidos, bordados, cerâmicas, cestos e utensílios dialogaram com imagens e vídeos, criando uma narrativa imersiva sobre o Cerrado e o Pantanal. Vivência e continuidade A experiência aproximou o visitante dos saberes artesanais da região, reforçando o artesanato como expressão cultural e oportunidade de desenvolvimento sustentável. A ocupação fortaleceu o papel do CRAB como espaço de encontro entre territórios e públicos.
1 minuto de leituraEncantos que nascem das mãos A ocupação Pernambuco Encantado apresentou a riqueza cultural do estado por meio do artesanato, revelando como tradição e criação contemporânea se encontram nas mãos dos artesãos pernambucanos. Cerâmica, tecido, madeira, papel e palha expressaram modos de viver, criar e celebrar o território. Um percurso de mestres e criativos O percurso organizou as peças em um diálogo entre mestres artesãos e criativos contemporâneos. Objetos, imagens e sons construíram uma narrativa que destacou a diversidade de técnicas, linguagens e expressões culturais de Pernambuco. Reconhecimento e pertencimento A experiência aproximou o público dos saberes locais e reforçou o artesanato como expressão identitária e econômica. A ocupação reafirmou o CRAB como espaço de valorização e difusão das culturas artesanais brasileiras.
1 minuto de leituraUm acervo que ganha voz A mostra Acervo de Portas Abertas apresentou ao público um recorte significativo do acervo do CRAB, reunindo obras de diferentes territórios, técnicas e trajetórias do artesanato brasileiro. A exposição partiu do desejo de democratizar o acesso a esse patrimônio, transformando o acervo em espaço de encontro, escuta e reconhecimento do fazer artesanal como linguagem viva e diversa. Percurso entre obras e territórios O percurso ocupou o térreo do CRAB e organizou as peças de forma a valorizar a pluralidade de materiais, formas e narrativas. Cerâmicas, esculturas em madeira, objetos do imaginário popular e criações indígenas dialogaram em um caminho sem hierarquias, aproximando autoria, território e processo de criação. Encontro, memória e permanência A experiência convidou o público a desacelerar, observar detalhes e reconhecer o valor simbólico e cultural do artesanato. A mostra reafirmou o compromisso do CRAB com a preservação, a difusão e a ativação do acervo como memória viva do artesanato brasileiro.
1 minuto de leituraNossos espaços expositivos se distribuem em dois andares, onde a arquitetura histórica dialoga com a diversidade do artesanato brasileiro. Com salas mutáveis e programação contínua, acolhemos exposições, mostras e ativações, sempre dando visibilidade às culturas e aos territórios de todo o Brasil.
Vitrine viva do artesanato brasileiro. Reúne peças de diferentes regiões do país, conectando mestres artesãos, novos criadores e o público em torno da diversidade de saberes, técnicas e materiais. Um espaço de descoberta e valorização do fazer manual, onde cada objeto carrega história, identidade e afeto.
Funcionamento
terça a sábado, 10h às 17hSabores e saberes se encontram, num espaço que une gastronomia, formação e cultura, oferecendo ao público uma experiência acolhedora enquanto contribui para a qualificação de alunos do Senac, em diálogo com a criatividade e a brasilidade que atravessam o CRAB.
Funcionamento
terça a sábado, 11h às 15h Reservas: (21) 99774 2706Aqui a pausa vira encontro. O espaço convida a saborear cafés, receitas e conversas em meio ao artesanato brasileiro, criando um ambiente acolhedor onde cultura, afeto e cotidiano se entrelaçam e prolongam a experiência de quem visita o CRAB.
Funcionamento
terça a sábado, 10h às 17h
Espaços modulares que se adaptam a diferentes formatos de encontro. Acolhem oficinas, formações e vivências onde a troca de experiências e o fazer coletivo fortalecem o aprendizado e celebram a diversidade do artesanato brasileir

O Auditório do CRAB é um espaço de encontros e trocas que comporta até 100 pessoas. Aqui acontecem eventos, bate-papos, seminários e conversas que ampliam o diálogo, compartilham saberes e fortalecem a valorização do artesanato brasileiro.

Espaço aberto e acolhedor para sentar, conversar e apreciar a vista da Praça Tiradentes. Ideal para pausas, encontros e registros fotográficos, convida o público a permanecer, observar o entorno histórico e prolongar a experiência no CRAB.

Instituições de ensino colocam em prática o que vivenciam nas visitas mediadas. Por meio de oficinas lúdicas, o aprendizado ganha forma, convidando estudantes a experimentar, criar e aprofundar o contato com o artesanato brasileiro de maneira sensível e participativa.
Funcionamento
Agende uma visita educativa: crab@rj.sebrae.com.br
Habitamos um conjunto arquitetônico formado por três edifícios históricos, distintos em suas fachadas e integrados em seu interior: o Solar do Visconde do Rio Seco, e as antigas sedes da Real Benemérita Sociedade Caixa de Socorros D. Pedro V e do Real Centro da Colônia Portuguesa no Brasil. Restaurados com cuidado e respeito à memória, esses espaços unem história e contemporaneidade para acolher encontros, exposições e vivências do artesanato brasileiro.

Nossos espaços foram pensados para acolher encontros, aprendizados e vivências em torno do artesanato brasileiro. Entre áreas expositivas, educativas e de convivência, o conjunto histórico é totalmente acessível e conta com infraestrutura de apoio para pessoas com baixa mobilidade, garantindo uma experiência confortável, inclusiva e aberta a todos.

Uma seção inteira tecida para a rede do artesanato brasileiro. Aqui, você percorre o mapa para encontrar artesãos e artesãs, mestres, grupos, lojistas, centros culturais e feiras, ampliando conexões e fortalecendo vínculos. Também pode navegar pelas páginas dos estados e conhecer as principais características produtivas de cada território.

Em Dados do Setor, disponibilizamos painéis com informações sobre o artesanato no Brasil, como número de artesãos e artesãs, empreendimentos, gênero, faixa etária, entre outros indicadores que ajudam a entender o cenário atual e apoiar decisões para o fortalecimento do setor.