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Oficina Bonecas de Pano: Costurando memórias, criando afeto Nesta aula prática, os participantes aprenderão técnicas básicas de confecção de bonecas de pano, produzindo um chaveiro de boneca artesanal do início ao fim. A atividade foi pensada para quem deseja conhecer o universo da costura criativa de forma leve, prática e divertida. Conteúdo da oficina - Conhecimento dos tecidos utilizados na confecção da boneca; - Técnicas básicas de costura à mão; - Pintura do rostinho da boneca; - Montagem do cabelo; - Finalização e montagem da peça. Sobre a oficineira Danny Oliveira é artesã e criadora do Ateliê de Boneca, onde se dedica à confecção de bonecas de pano que encantam pela delicadeza dos detalhes e pelo trabalho manual minucioso. Com experiência na criação de peças artesanais autorais, Danny transforma tecido, linha e imaginação em personagens cheias de charme, capazes de despertar memórias afetivas e encantar pessoas de todas as idades. Em seu trabalho, valoriza técnicas tradicionais de costura manual e compartilha seus conhecimentos de forma acessível, mostrando que o fazer artesanal é também uma oportunidade de expressão, criatividade e conexão com o feito à mão. Mostra Rio em afeto criativo Concomitante a oficina Bonecas de pano, teremos a mostra que reúne artesãs da Rede Cooperativa de Mulheres Empreendedoras da ASPLANDE e apresenta, por meio de banners em tecido, as trajetórias, os saberes e a diversidade de técnicas desenvolvidas por essas mulheres. A exposição valoriza histórias de empreendedorismo, criatividade e transformação, evidenciando como o artesanato fortalece a autonomia econômica feminina e amplia oportunidades de desenvolvimento. A iniciativa também lança luz sobre práticas de reaproveitamento de materiais e produção sustentável, destacando mulheres que encontraram no fazer artesanal um caminho para gerar renda, preservar conhecimentos e promover impactos positivos em seus territórios. Cada banner revela não apenas um trabalho, mas uma trajetória marcada por dedicação, inovação e protagonismo. Além da mostra, o público terá a oportunidade de conhecer as empreendedoras participantes e seus trabalhos, fortalecendo a conexão entre criadoras e consumidores. Mais do que uma exposição, o projeto celebra o artesanato como ferramenta de transformação social, econômica e ambiental, ampliando o reconhecimento dessas mulheres como agentes de mudança em suas comunidades.
O Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) lançou uma Galeria Tátil, com oito obras de seu acervo. Trata-se de uma iniciativa inovadora, reafirmando o compromisso de nosso Centro de Referência com a inclusão, a acessibilidade e a democratização do acesso à cultura. Mais do que uma ação educativa, a nova galeria constitui um espaço permanente de mediação sensorial do artesanato brasileiro, ampliando assim as formas de experiência e interação do público com as obras em exposição no novo espaço. Desenvolvido em parceria com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro e com o Instituto Benjamin Constant, o projeto utilizou tecnologias de escaneamento digital e impressão 3D para reproduzir algumas obras do acervo do CRAB. A curadoria conjunta definiu peças representativas de várias técnicas e materiais presentes no artesanato brasileiro, contemplando trabalhos dos artesãos Augusto Ribeiro, Josielton de Sousa, Mestre Nicola, Beto Pezão, José Everaldo, Tiago Amorim, Marcos Borges e Mario Teles. Já o Instituto Benjamin Constant foi responsável pela adaptação das informações ao sistema braille. Destinada prioritariamente a pessoas cegas e com baixa visão, a iniciativa também dialoga com todos os públicos, ao propor uma vivência que valoriza o toque e a imaginação como linguagens legítimas de leitura e interpretação da arte. A Galeria Tátil consolida o compromisso do CRAB com a inclusão e com a democratização do acesso à cultura. Ao ampliar as possibilidades de interação com o artesanato brasileiro, o projeto fortalece o papel do CRAB como espaço de referência que acolhe diferentes públicos e promove experiências nas quais cada visitante pode construir sua própria forma de se relacionar com a arte.
Esta pesquisa visa analisar e destacar a percepção e atuação do artesão no mercado nacional, compreendendo sua contribuição cultural e econômica, além de identificar oportunidades de crescimento no mercado. O estudo foi concebido com o objetivo primordial de obter um conhecimento aprofundado e atualizado sobre o perfil dos artesãos que compõem o dinâmico e culturalmente rico setor de artesanato em todo o território nacional.
Registro detalhado da maior feira de artesanato da América Latina, em Recife. O vídeo explora o Espaço Janete Costa, a Alameda dos Mestres — destacando figuras como Mestre Odete e Mestre Neguinha — e a conexão entre saberes ancestrais e design contemporâneo. Aborda o tema Manguebeat e o impacto econômico e cultural do evento para artesãos de todo o Brasil.
BRAZ, José Luis Rozendo; FREITAS, Lucia Santana de
Mapeamento baseado em pesquisa de campo já registrou 4.736 artesãos em 1.310 povoados de 91 municípios maranhenses (incluindo 28 aldeias indígenas e 359 comunidades quilombolas). A metodologia resultou em mais de 23 mil entradas de produtos, 43 mil imagens e 200 vídeos, tudo disponível online.